Coisas que aprendi nos filmes
Postado por | Postado em Uncategorized | Postado 26-01-2010
Existem coisas que marcam nossa vida e muitas vezes nem percebemos como contribuíram (ou não) na nossa formação pessoal e o cinema com certeza é uma delas. Então, hoje vou falar das coisas que aprendi com os personagens que assisti, alguns que me emocionaram, outros que desprezei, mas que sempre ensinaram algo. Obviamente que nem tudo que guardo na memória são coisas positivas, mas pelo menos vale pelas risadas.
Por exemplo, aprendi com “Seven – 7 pecados”, que aquela história de “a grama do vizinho é sempre mais verde” é verdade mesmo e confirmei em o “Sexto Sentido” que ir ao banheiro à noite, sozinho e de cueca, é pedir para uma assombração aparecer. Já em “Star Wars” aprendi que as brigas em família fazem parte da vida de todo mundo (Luke e Vader que o digam) e que mesmo nas melhores famílias, alguém pode esquecer o garoto em casa durante as férias de natal (Vamos combinar, “Esqueceram de Mim” é tão clássico em dezembro assim como um comercial da Coca-Cola).
Em “Querida Encolhi as Crianças” descobri como cientistas podem ser perigosos e que até mesmo os ETs precisam de telefone para ligar pra casa. Com “Lagoa Azul” vi o amor em sua forma mais inocente e em o “Silêncio dos Inocentes” conheci um “Hannibal Lecter” que de inocente não tinha nada. Compreendi que mesmo um Exterminador do Futuro 2 pode entender porque as pessoas choram e que até um ogro pode se apaixonar.
Entendi que existem fantasmas bons e ruins e isso explica porque os caças-fantasmas possuíam o Geléia como fantasma de estimação e, se for corajoso, você pode salvar a Terra-Média, mesmo sendo pequeno e com pés peludos.
E, claro, recentemente aprendi que acordar em um banheiro, sozinho, com o pé algemado e uma serra não é um bom sinal, nem nas telas, nem fora delas.