WRITE THE FUTURE
Postado por | Postado em 1 | Postado 24-05-2010
Não tinha como não falar do vídeo da Nike. Tem tempos de Copa, onde todo mundo pensa muito parecido, é possível fazer algo diferente.
Não tinha como não falar do vídeo da Nike. Tem tempos de Copa, onde todo mundo pensa muito parecido, é possível fazer algo diferente.
Desde pequena, nunca simpatizei pelo inverno, pois não gostava do frio, mas pensando bem o inverno tem seu lado bem gostoso: a aproximação das pessoas.
Com o intuito de se esquentar, as pessoas costumam ficar mais juntas e os abraços são mais frequentes. No inverno, as noites frias ficam com um toque especial. O chocolate quente, o vinhosinho, os pinhões e os filmes, que sempre vem com várias cobertas e pessoas juntinhas para se esquentar.
Outra coisa muito legal são as roupas, a alegria que elas passam. As mantas coloridas, as pantufas de bichinhos, os casacos, as polainas, todas essas particularidades do inverno. Só no inverno conseguimos ver coisas lindas, como a neve, que pode ser fria mas traz um sorriso no rosto de quem vê.
Por isso nesse inverno, de um beijo com gosto de chocolate quente e um abraço bem quentinho como o das cobertas.
Palavras da Lili, nova colaboradora da Guife Multicom:
“Quando somos impostos ao desafio de trabalhar em equipe, expomo-nos às diversidades do coletivo e as singularidades de cada indivíduo. Sabe-se que a competitividade está intrínseca na natureza humana, entretanto, um ambiente concessor de possibilidades de expressões e motivação extrínseca, por conseguinte, resulta na elevação e confiança do moral, desencadeando mais do valor do que foi concebido.
Assim satisfeitos pelo ‘afago no âmago’, nos tornamos receptivos a novos conhecimentos e novas informações, julgando-as ser de grande valia, quando nos são dadas simplesmente… com um autêntico sorriso! Trabalhar coletivamente, visando um mesmo objetivo, nos permite trocar experiências, bem como conhecer e apreciar o trabalho de cada colaborador, por vezes, levando este como referência ao longo de nossa vida profissional.
Então, aos portadores nato de paciência e dedicação: muito obrigada!”
Vai me dizer que você era um desses que estava achando que o iPad tinha sido a invenção do ano? Pois estás definitivamente enganado! O livro é a invenção do ano! Achas que não? Então dá uma olhada no vídeo e depois diz se não concorda comigo.
Depois disso, passei a ver os meus revolucionários livros com outros olhos, ou devo dizer “equipamentos bio-opticos”?
Esse vale postar pois fiquei realmente impressionado com a ideia. Simples, o que não quer dizer necessariamente barato, mas inteligente. Uma forma de juntar o cenário com o objeto, sem contar a qualidade do produto. Se a imagem for realmente aquilo que se vê no comercial, tá valendo muito a pena ficar em casa só assistindo TV.
Um destaque para a trilha. Achei fantástica. Vi esse material aqui.
Devo dizer que ainda não estava muito entusiasmado com o Ipad, mas depois de conferir o vídeo abaixo, isso mudou. Veja bem que além do Ipad em si, não tem nada de muito novo, mas a forma como os elementos foram reunidos é que está diferente.
Por exemplo, o acelerômetro já existia, assim como o livro de Alice no País das Maravilhas, assim como as ilustrações e até mesmo o e-reader já fazia parte do mercado. Então, o que é novo? A junção de tudo isso da forma como foi feita!
Imagine você contando uma história para seus filhos com esse aplicativo! Não tem quem resista a toda essa interatividade e atratividade. Imagine trazer esse conceito para os livros didáticos como matemática, química, entre outros, as possibilidades são muitas.
Agora vamos levar isso para a parte publicitária: imagine revistas e jornais com anúncios que mexem, vibram e geram tanta interatividade. Mais do que apenas o futurístico e-paper, o diferencial está na interação com a comunicação. Alguém dúvida que esse é o futuro da advertising?
Com churrasco, violão, muita diversão e até mesmo um jogo de peteca, esse foi mais um final de semana marcado pela confraternização. Com momentos de alegria e descontração, o bom humor marcou presença e até mesmo os mais sedentários entraram no jogo de peteca. Vale ressaltar que a peteca é um jogo bem mais complicado do que se imagina. Se achas que não, dá uma olhada nesse link.
Além disso, a parte musical foi um show a parte (sem trocadilhos!). Com direito a Papas da Língua, Djavan, Wando, Fagner, Mamonas Assassinas e até mesmo Sidney Magal, o repertório contou até com a audiência do quiosque vizinho. No final, a “banda Guife Multicom” quase foi contratada para fazer uma telemensagem ao vivo, que só não aconteceu porque o aniversariante não atendeu ao telefone (não dá para querer o sucesso da noite para o dia!!).
Com rede improvisada, o jogo de peteca foi a oportunidade perfeita para descobrir novos talentos esportivos, assim como para a criação de novas palavras como o “verbo” petecar ou o “substantivo” petecador, ou seja, profissional do jogo de peteca.
Em resumo, um encontro divertido, saboroso e cheio de histórias para contar.
Antigos rumores já profetizavam: o mobile marketing será uma das principais ferramentas de comunicação deste século. Walter Longo disse em entrevista que, na visão dele, o mobile será o item que mais crescerá dentro do mercado de comunicação. Claro que não só o Longo que destacou isso, em recente pesquisa do IBOPE, o celular só perdeu para a televisão entre os itens mais importantes do dia-a-dia e vale destacar que a diferença não foi tão grande assim, 70% do celular contra 77% da TV. Para os jovens, 45% “Não imagina a vida sem celular.” e 76% não saem de casa sem ele.
Essa breve introdução ainda não leva em conta as funcionalidades adicionais que estão nos celulares, como internet, músicas e até mesmo TV. Esse cenário mostra um aparelho que é muito mais um centro de entretenimento, diversão e facilidades.
Diante desse crescimento, a comunicação fica no meio, precisando intermediar o diálogo entre empresas e consumidores. Ainda bem que 30% da população considera a propaganda por celular como bem-vinda (IBOPE). Aos profissionais de comunicação cabe encontrar meios mais interessantes do que simplesmente transferir o texto clichê da TV para o celular. Por isso, destaco aqui algumas ações que vão muito além de publicidade, pois prestam um serviço e se tornam relevantes para o consumidor:
- NOKIA: ação onde a maior seta do mundo apontava na direção do estabelecimento que alguém enviava via SMS.
- Floricultura Giuliana Flores: o cliente recebe uma mensagem SMS confirmando que a encomenda foi entregue.
- Rmtc Goiânia: você envia um SMS e recebe os horários de ônibus para a sua localização.
- Aplicativo Heineken: serviço que indica bares onde a cerveja é vendida, com lista de taxis para depois do happy hour e uma calculadora para identificar quanta Heineken você precisa para fazer uma festa.
Fontes:
www.rmtcgoiania.com.br
www.njovem.com.br
www.chmkt.com.br
www.brainstorm9.com.br
www.ibope.com.br
www.mobilepedia.com.br
“Faz um viralzinho.”, “Quero um perfil no twitter.”, “O blog vai revolucionar nossa empresa.”… todo mundo quer estar nas mídias sociais, mas se esquecem do mais importante: você é relevante o suficiente para estar nestes lugares?
Acho fantástica toda essa preocupação das empresas em acompanhar a evolução da comunicação, mas o bom senso ainda deve imperar. Ter algo que sua empresa criou sendo repassado de email em email é objetivo certamente válido (quem não quer um viral?), mas não acredito que vale tentar de tudo para conseguir isso. Digamos que você teve que fazer 20 campanhas até encaixar um vídeo que teve uma “viralização” razoável, mas o tempo e o dinheiro que gastou produzindo as outras 19 campanhas talvez não tenham sido pagas pelo viral. E isso não só para campanha, mas perfis, blogs e tantas outras ferramentas. Às vezes, o tempo gasto com isso não compensa o retorno porque estamos tão preocupado em aparecer que acabamos nos esquecendo da relevância daquilo que temos para dizer.
Ser relevante é dizer algo que faça diferença na vida das pessoas e twittar “ih, tah na hora de dormir” não é algo que vai fazer diferença na vida dos followers. Conhecer as novas ferramentas de comunicação, saber utiliza-lás e fazer uso efetivo disso é indispensável para as marcas da atualidade, mas saber o momento em que se deve fazer parte disso é tão importante quanto.
Então, listo alguns pontos que devem ser pensados antes de uma empresa entrar em uma rede social:
1 – Você tem algo relevante para ser dito? Vai acrescentar algo às pessoas?
Tudo que foi dito acima serviu para mostrar como este ponto é o mais importante.
2 – Você tem um objetivo claro daquilo que quer com uma rede social?
Caso não tenha isso, não vai compreender o resultado de suas ações.
3 – Você sabe quais as mídias sociais mais adequadas ao seu objetivo?
Produto certo no lugar errado é o mesmo que vender areia no deserto.
4 – Você vai ter como monitorar as redes sociais das quais fizer parte?
Lembre-se: se for fazer, faça bem feito. Respostas instantâneas e pessoais fazem toda a diferença.
5 – Você está preparado para um formato de comunicação baseado no diálogo e não no monólogo?
A comunicação deixa de ser a emissora e passa a ser um agente da conversa, falando e ouvindo (aliás, ouvindo mais do que falando).
6 – E claro, você sabe REALMENTE quem é seu público?
Não basta saber a classe social, tem que conhecer os hábitos, a idade, os sonhos, a motivação… assim você sabe qual a mensagem certa para passar e como isso pode ser feito.
Assim que souber todas estas respostas, daí você estará pronto para ingressar nas redes sociais e ser feliz. Antes disso, planeje, pense, avalie.
Hoje é dia de lembrar com carinho daquele que planeja, coordena, cria, desenvolve, divulga, influencia, enfim, hoje é dia de parabenizar o Publicitário.
Profissão árdua, que exige muita dedicação e competência, ao contrário do que uma parcela da população acredita.
Publicitário estuda, pesquisa, lê, observa, viaja, publicitário trabalha sério. Afinal, ele não possui uma máquina que cria ideias.
Parabéns a todos aqueles que veem a comunicação como o bem mais precioso da humanidade, traduzida em palavras, imagens ou sons.
Parabéns!